Os originais são  o fruto de um percurso de vida, reflectem cenas passadas, aspirações futuras ou o limbo do presente. Esta é a força do discurso espontâneo- não há máscaras ou armadilhas. Seguramente mais intimista do que qualquer outra linha do repertório.

Os clássicos são revisitados, adaptados, esticados, encolhidos e finalmente- revividos. Como se tivessem sido escritos ontem e fosse já amanhã a estreia.

As canções ligam-nos à terra. Não nos deixam esquecer nunca, como tudo começou. Um fio de voz envolve todo o projecto.